Teorias do Conhecimento

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Teorias do Conhecimento

Mensagem por Daniel Marques em Sab Nov 19, 2016 2:21 pm

Atividade Avaliativa Individual de Recuperação de Filosofia dos alunos do Colégio Sesi Paranavaí, sob orientação do Professor Daniel Marques.

Os alunos devem escolher uma das teorias do conhecimento estudadas em sala. Devem pesquisar um texto de referência, realizar a leitura do mesmo. Em seguida devem acessar o fórum ... compartilhar o texto e escrever um comentário de no mínimo 300 palavras sobre o texto.  Em seguida devem realizar um pequeno comentário, mínimo 100 palavras, no post de algum colega. study

Daniel Marques
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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por mabarisao em Sab Nov 26, 2016 6:35 pm

Texto: mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/empirismo.htm

Comentário:
O Empirismo derivou-se por ser uma contradição do racionalismo, outra forma de teoria do conhecimento, sendo John Locke o fundador do empirismo. Esta posição defendia que o conhecimento era obtido por meio da experiência, de acordo com as impressões que se podiam obter das outras coisas podendo estas serem complicadas ou simples. Sendo nós mesmos os responsáveis pelas ideias que obtemos sobre algo.
Locke explica que a experiência está ligada aos nossos sentidos, pois podemos ouvir, enxergar, cheirar, tocar e saborear, não nascemos sabendo que uma manga é uma manga, mas ao decorrer da nossa formação, e com a presença dos sentidos podemos enxergar as cores, o cheiro, a textura da casca, e o sabor da fruta, sendo assim, obtivemos experiência de acordo com as impressões que pode-se obter de tal coisa. Ele também compara a mente como um quadro em branco, na qual nós mesmos iremos preenchê-lo com o que pensamos e do modo como pensamos de acordo com os nossos sentidos e argumentações, já que a argumentação critica sobre algo em que acreditamos são conexões de ideias que já tivemos antes, por exemplo, seres folclóricos, contos de fada, etc. dando-se por meio dos sentidos também.
Já George Berkeley, sucessor de Locke, tinha um pensamento diferenciado, para ele o mundo não é o que pensamos ser, nós não temos conhecimento do que se trata, não é o que achamos que é realmente. Ele acreditava que tudo era muito mais complexo do que parece ser, e não o simples que podemos notar. Com isto, surgiu um outro filosofo, mais radical que Berkeley: David Hume. Para ele todas as relações que inventamos entre o que reconhecemos não são conhecimentos verdadeiros, ou seja tudo o que raciocinamos como verdadeiro, é na realidade, nossa imaginação, e não existem. Neste caso, a matemática por exemplo, não existe na realidade, é somente algo que projetamos em nossas imaginações.
Ou seja, se não pode ser verificada pelos nossos sentidos dando-nos experiência, de acordo com o empirismo, são ideias falsas e descartáveis.

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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por Maria Eduarda Costa em Seg Nov 28, 2016 2:48 am

O texto publicado no site “a filosofia”, trás como tema a teoria do conhecimento empirista, mostrando seu contexto e como os filósofos mais antigos pensavam sobre ela.
Os empiristas tem o pensamento de que todo o nosso conhecimento adquirimos por experiências que passamos na vida, como cita no texto 'tradições e costumes', porém esta teoria se abrange além da prática sensorial. No livro Ensaio, escrito por John Locke que foi considerado o “pai” da filosofia empirista, mostra que quando nós nascemos, somos um livro em branco, e ao passar do tempo com nossas experiências vividas, as paginas deste livro vai se colorindo e vão guardando tudo de importante que você já viveu e então vai se criando uma opinião própria sobre cada assunto. A teoria empirista origina outras duas ideias, uma delas é a ideia simples que mostra que não se pode haver distinções, como o exemplo de cores e texturas. E a ideia complexa, que é nada menos que misturar as ideias simples, assim criando um conceito abstrato do material. Vários filósofos se aderiram a ideia empirista e muito deles já foram tratados em aula, como o grande Aristóteles, Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes entre outros que de alguma forma foram importante para a filosofia.
Este texto trás a ideia principal do empirismo mostrando desde seu contexto até sua abrangência para outros tipos de ideia, como o exemplo a ideia simples e complexa. Um dos pontos importantes foi mostrar que o empirismo não se limita apenas só na parte sensorial ele parte para outros campus. Foi percebido a ênfase que foi dada ao filósofo John Locke ao dizer que ele foi considerado o “pai” da filosofia empirista e isso está correto porque ele que deu um impulso a essa teoria escrevendo o livro Ensaio falando da tábua rasa. E por final mostrando os filósofos percussores da ideia empirista.


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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por Gustavo Liu em Ter Nov 29, 2016 12:33 am

Na tradução livre do latim, empirismo significa "corrente filosófica da experiência. O empirismo é a teoria do conhecimento que se baseia no aprendizado através da experiência e de vivências, tendo como seu principal filósofo, o inglês John Locke (1632 - 1704). Locke defende em seu livro "Ensaio acerca do entendimento humano" que: "Só a experiência preenche o espírito com ideias, ou seja, só podemos ter conhecimento de algo quando ao longo do tempo estudamos isso. Dessa forma nossa mente vai se preenchendo cada vez mais a longo do tempo, Como alguns filósofos que defendem o empirismo afirmar nossa mente é um quadro branco que preenchemos ao longo do tempo. Para ele experiências não são experiências de vida, mas sim experiências dos sentidos, o cheiro, o toque, o sabor, a audição e a cor. Todos os sentidos nos dão conhecimento e informação, por exemplo, só com o passar do tempo que vamos poder associar a imagem de uma cadeira com a palavra "cadeira" quando a escutarmos, se você disser para uma criança, que nunca teve contato com uma cadeira, essa palavra, ela simplesmente não vai entender e não vai fazer a relação "palavra-imagem".
Antes mesmo de receber críticas que pudessem de certa forma desmaterializar sua teoria, o filósofo se preocupou em se embasar em uma pré-defesa. Se surgissem contra-argumentos dizendo que podemos criar coisas que não conhecemos, como uma sereia ou um centauro, ele afirmava que do mesmo modo, são criaturas desenvolvidas na nossa "pagina do pensamento" - que foi preenchida com o tempo - através de coisas que já possuíamos informações sobre.
Fonte: mundo educação

Gustavo Liu

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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por Priscila Souza em Ter Nov 29, 2016 10:31 pm

De acordo com as palavras da autora, desde os primórdios da humanidade o homem sente a necessidade de estudar, descobrir e justificar as leis do mundo seja com auxilio da mitologia, ciência ou tecnologia e que apesar dessa ideia ser tão antiga é a partir do sec. XVIII que a importância desse estudo é mais crescente, o estudo das teorias do conhecimento.
E assim,  de acordo com o artigo de Érika Batista Santos “Teoria do conhecimento” ponto B: “O conhecimento quanto a essência” explica-se que Idealismo surgiu na Grécia Antiga com o filosofo Platão e era chamado de idealismo transcendente, onde as ideias representam a realidade verdadeira, dizendo ser invalidáveis as ideias sensíveis. No entanto a autora frisa explicar sobre o idealismo imanentista, de acordo com essa teoria as coisas existem dependente de quanto e enquanto são pensadas ou representadas, assim só se conhece aquilo que esta no domínio de nossa realidade e de acordo com o texto, o idealismo imanentista compreende o real como idealidade, sendo assim o individuo cria algo do modo como vê, sente ou  pensa à respeito de tal coisa, sendo influenciado por sua cultura.
A escritora sintetiza que o pensamento idealista  reduz o conhecimento a sua representação ou o modo de pensamento do mesmo.
O texto informa que dentro do idealismo imanentista existem duas vertentes de pensamento, o idealismo psicológico e o de natureza lógica. O idealismo psicológico tem como principais pensadores Hume, Locke e Berkeley e pode ser explicado como idealismo subjetivo, onde as coisas são compreendidas de acordo com nosso conteúdo interior, assim o homem compreende a representação das coisas segundo sua subjetividade, mas não as conhece realmente.
A segunda vertente, a de natureza lógica tem como um dos maiores representantes Hegel, este explica que só podemos conhecer o que elevamos ao plano do pensamento, defende assim que só existe realidade como a realidade espiritual, do mesmo modo o texto explica que para o idealismo de natureza lógica o individuo só se pode conhecer o que se transforma em pensamento ou é conteúdo do mesmo.
Por: Priscila Castro de Souza

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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por Gustavo Liu em Qui Dez 01, 2016 1:56 am

Spoiler:

mabarisao escreveu:Texto: mundoeducacao.bol.uol.com.br/filosofia/empirismo.htm

Comentário:
O Empirismo derivou-se por ser uma contradição do racionalismo, outra forma de teoria do conhecimento, sendo John Locke o fundador do empirismo. Esta posição defendia que o conhecimento era obtido por meio da experiência, de acordo com as impressões que se podiam obter das outras coisas podendo estas serem complicadas ou simples. Sendo nós mesmos os responsáveis pelas ideias que obtemos sobre algo.
Locke explica que a experiência está ligada aos nossos sentidos, pois podemos ouvir, enxergar, cheirar, tocar e saborear, não nascemos sabendo que uma manga é uma manga, mas ao decorrer da nossa formação, e com a presença dos sentidos podemos enxergar as cores, o cheiro, a textura da casca, e o sabor da fruta, sendo assim, obtivemos experiência de acordo com as impressões que pode-se obter de tal coisa. Ele também compara a mente como um quadro em branco, na qual nós mesmos iremos preenchê-lo com o que pensamos e do modo como pensamos de acordo com os nossos sentidos e argumentações, já que a argumentação critica sobre algo em que acreditamos são conexões de ideias que já tivemos antes, por exemplo, seres folclóricos, contos de fada, etc. dando-se por meio dos sentidos também.
Já George Berkeley, sucessor de Locke, tinha um pensamento diferenciado, para ele o mundo não é o que pensamos ser, nós não temos conhecimento do que se trata, não é o que achamos que é realmente. Ele acreditava que tudo era muito mais complexo do que parece ser, e não o simples que podemos notar. Com isto, surgiu um outro filosofo, mais radical que Berkeley: David Hume. Para ele todas as relações que inventamos entre o que reconhecemos não são conhecimentos verdadeiros, ou seja tudo o que raciocinamos como verdadeiro, é na realidade, nossa imaginação, e não existem. Neste caso, a matemática por exemplo, não existe na realidade, é somente algo que projetamos em nossas imaginações.
Ou seja, se não pode ser verificada pelos nossos sentidos dando-nos experiência, de acordo com o empirismo, são ideias falsas e descartáveis.

O texto produzido por minha companheira de classe Marcella Barisão, me chamou a atenção pois, nele deixa bem explícito, os principais pontos e características da teoria do conhecimento empirista. Tratando desde sua origem, que no caso foi a contradição a outra teoria do conhecimento que foi o racionalismo, e também citando o pensamento de outros filósofos, como Berkeley, que também tratou de forma genial a Teoria, e também, David Hume, que o trata de forma mais radical. Isso serviu de base para fortalecer o que ela quis expressar e passar adiante com seus estudos e conhecimentos sobre a Teoria do Conhecimento: Empirismo.

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Re: Teorias do Conhecimento

Mensagem por julia souza em Sex Dez 02, 2016 1:33 am

Racionalismo
O racionalismo é uma corrente filosófica baseada nas operações mentais para definir a viabilidade e efetividade das proposições apresentadas, e também é central ao pensamento liberal, que por sua vez, pretende propor e estabelecer caminhos para alcançar determinados fins em nome do interesse coletivo.
Surgido no século I antes de Cristo, enfatizou que tudo que existe é decorrente de uma causa. Já na Idade moderna, os filósofos racionalistas adotaram a matemática como elementos para expandir a ideia de razão e a explicação da realidade.
Dentre os vários filósofos racionalistas se destaca o Francês Renê Descartes, que elaborou um método baseado na geometria. Suas ideias, influenciaram diversos outros intelectuais como Spinoza e Leibniz.
Segundo Descartes jamais deveríamos acolher algo como verdadeiro enquanto não fosse verificado, portanto, era preciso fazer revisões para não correr o risco de omissões.
A partir da Idade Moderna o Racionalismo obteve grande crescimento, sendo uma corrente Filosófica definida pelo raciocínio como operação mental, discursiva e lógica para extrair conclusões.
Assim, o Racionalismo está na base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social, abrindo espaço para as soluções racionais de problemas econômicos e urbanos com base em técnicas eficazes.

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Re: Teorias do Conhecimento

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